Casa Corpo

Um encontro presencial pra começar a escutar o que o seu corpo vem dizendo.

Sábado, 08 de agosto · 9h

Vagas limitadas

Você acorda cansada de um sono de oito horas. A mandíbula aperta sem você mandar. A dor de cabeça chega toda sexta, o estômago embrulha antes daquela conversa, as costas travam quando você diz "sim" querendo dizer "não".


Seu corpo fala. Fala o dia inteiro. Você é que aprendeu a chamar tudo isso de "normal", porque parar pra escutar dava mais medo do que continuar aguentando.

O Casa Corpo existe pra esse primeiro parar.

Não é promessa de cura em uma manhã.

É promessa de início de escuta: um encontro vivencial pra perceber como o seu corpo expressa as emoções, os limites, os cansaços e os desejos que a sua mente tenta controlar. Você sai de lá ouvindo uma conversa que sempre esteve acontecendo dentro de você.

O que acontece no encontro

Como é por dentro:

O corpo que aprendeu a se proteger

Voltar ao chão

Respiração

Uma conversa de abertura sobre como o corpo guarda as nossas histórias: tensões, respiração, emoção.

Práticas simples de presença: pés, pernas, eixo. Sentir que
o chão sustenta.

Perceber onde ela encurta, onde o corpo segura e onde ele pode
começar a soltar.

Limite, voz e expressão

Integração e escrita

Experimentar dizer sim e dizer não com o corpo,
ocupar espaço, perceber força e suavidade.

Fechar registrando o que apareceu, com perguntas pra
levar pra casa.

E o que não acontece aqui:

Ninguém é obrigado a falar. Ninguém é exposto. Ninguém mexe onde você não abrir. Não precisa de experiência, não precisa ser flexível, não precisa saber meditar, nem saber nomear o que sente.

O seu ritmo é a regra da casa.

O Casa Corpo é pra você que:

Nunca pisou numa terapia ou faz análise há anos e sente que

falta o corpo entrar na conversa.


• Se acha "travada demais", "dura demais", "racional demais pra essas coisas".

• Chora fácil e tem medo de chorar lá, ou não chora nunca, e às vezes queria.

• Dá conta de tudo, menos de você.


Não existe jeito certo de chegar. Vir já é o trabalho.

Quem conduz a roda

Carolina Rua

Terapeuta Corporal e Designer de Conexões. Trabalho com o que o corpo guarda: a emoção que ficou presa no ombro que não desce, na mandíbula que aperta, na respiração que encurta toda vez que alguém pergunta "tudo bem?" e você responde que sim. Sou mulher, lésbica e de axé. Aprendi que corpo é território, que território é político, e que ninguém sustenta a própria história sozinha. Eu sou porque nós somos. Atendo no Rio de Janeiro e online. E se você leu até aqui, já leva de brinde a pergunta que eu mais faço na vida: Onde você sente isso no corpo?

As informações que
você precisa:

Local: Rua Barão de Santo Ângelo, 83 - Engenho de Dentro - Rio de Janeiro - RJ

Data: Sábado, 08 de Agosto de 2026

Início: 9h da manhã (chegue 15 minutos antes)



Clique aqui para se inscrever

Investimento:

147

R$

Podendo parcelar no cartão de crédito em até 3x

Dúvidas Frequentes

Nunca fiz nada parecido. Vou saber fazer?

Vai. As práticas são simples: sentir os pés, respirar, perceber. Não existe jeito errado de sentir o próprio corpo.

Vou ter que falar na frente de todo mundo?

Não. Ninguém é obrigado a falar em momento nenhum. O trabalho é no corpo.

E se eu chorar?

Chorar é bem-vindo, e não chorar também. O encontro acolhe o que vier e não força o que não vier.

Posso ir com uma amiga?

Pode e é ótimo. Vir acompanhada é meio caminho andado.

Quanto tempo dura?

Reserve a manhã do sábado. O encontro tem começo, meio e fim cuidados, sem pressa.

Não posso nesse dia. Vai ter outro?

Vai, mas ainda sem data. Entra na Roda (nossa comunidade gratuita) que você fica sabendo primeiro.

Ainda não é a hora? Tudo bem. Entra na roda, nossa comunidade gratuita no Whatsapp e caminha com a gente até estar.